1.3.07

random budism

Tava eu fuçando em umas agendas antigas (versão analógica dos blogs) e encontrei uma carta que escrevi a alguém e, óbvio, não entreguei. Era uma carta de amor, com algumas considerações sobre a saudade e poemas do Verlaine. Sem fazer idéia para quem era a carta, eu concluí que tudo passa. E que tudo se repete. Por isso sou budista: a impermanência é a maior certeza, depois da morte.

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