1.3.07

O cara (BBC 1)

Pasmaceira, falta de virtu, preguiça, desgosto, mandinga, atravessamento de travesseiro, falta de noção. Um calor da porra, diria um certo badauê pernambucano. Meu organismo não está preparado para tanta temperatura. Avisem-me quando o verão passar. Até lá, vou ficar morando no freezer. E o pior é saber que com o efeito estufa o futuro é quente até na Finlândia.

E eu tenho andado meio irascível. De mala óstia plena. Tudo randômico. Mas eu mergulhei no mar (felicidade grau máximo), babei, fiz novos amiguinhos.
Até conheci “o cara”. Ele faz tudo, de cinzeiro a risoto com frutos do mar. Lava louça, joga buraco, separa o lixo. Para vocês terem uma noção do poder do “cara”: 4 sujeitos atolaram um Monza nas areias de Cambury, Ubatuba. “O cara” e seus amigos assistiam à luta vã dos cidadãos para desatolar o veículo, enquanto bebiam cerveja em um boteco beira-mar (dura vida, vida dura). Indignado com a total inabilidade dos 4 em tirar o veículo do areal, “o cara” levanta-se e troca meia dúzia de palavras com os mesmos. Quase que instantaneamente, o Monza sai do lugar! Ou seja, “o cara” ainda tem poderes especiais, que nem o Moisés que abriu caminho no mar vermelho.

E as melhores frases do BBC (Big Brother Cunha, para os íntimos):

Se Deus é como dizem que é, não posso concordar com a religião. Como você pode ser condenado ao espeto eterno por uns 70 anos de existência na Terra?

Por que você fez isso com o saco de pão? (J., agredindo verbalmente um companheiro de BBC que rasgou o saco ao meio para pegar uma fatia).
Vocês prenderam o cachorro de novo! (N., n vezes, para aqueles que prenderam a corrente do cão nos pneus do carro, o que impedia o canino de beber água).

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